Termômetro do Mercado: Acordo é acordo

13 de janeiro de 2020 - 10h35
Segmento: Empresas
Fonte: Lopes Filho

A expectativa para a assinatura da chamada “Fase 1” do acordo comercial entre Estados Unidos e China, nesta quarta-feira (15), pode servir de catalisador para as bolsas ao redor do mundo, especialmente nos mercados de comodities e de ações de empresas produtoras. O assunto pode ganhar mais relevância e coloca de lado as preocupações com a possibilidade de uma guerra entre EUA e Irã.

Nesse sentido, por aqui, vale ficar de olho no desempenho de Vale, Suzano e siderúrgicas lá na B3. As ações dessas empresas podem se beneficiar com assinatura do acordo.

Ainda no mercado acionário, destaque para a notícia de que a agência de classificação de risco Moody's atribuiu pela primeira vez notas de crédito à BR Distribuidora. A nota global é Ba1, e a nota local é Aaa.br, e ambas têm perspectiva estável. De acordo com a agência, as avaliações refletem a posição de mercado da BR, maior distribuidora de combustíveis do País, mas também incorporam as melhorias de governança implementadas após a privatização da empresa, em julho de 2019.

No câmbio, o desenrolar do acordo comercial entre EUA e China, a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) chinês e safra de balanços norte-americana podem contribuir para impulsionar a valorização do dólar. Entre divisas de países emergentes e exportadores de commodities, no entanto, a moeda americana tem desempenho misto, com predominância do viés de alta.

O Rafi comenta mais no Morning Call. Aperte o play para assistir à gravação.

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